Serviços & Exames

Amniocentese e Biopsia de vilo Corial

O que é biópsia de vilo corial (BVC) e amniocentese?

A BVC e a amniocentese são testes realizados durante a gravidez para verificar se há patologias, como  por exemplo a síndrome de Down e, se for o caso, distúrbios hereditários específicos mais raros. A amniocentese também é realizada ocasionalmente para testar outros alterações na gravidez, como infecção fetal.

Na BVC, uma pequena amostra da placenta é coletada para teste, enquanto na amniocentese é coletado uma pequena quantidade de líquido amniótico - a água ao redor do bebê dentro do útero. A BVC é realizado com mais frequência entre 11 e 14 semanas. A amniocentese é realizada após 16 semanas.

Como a BVC é realizada?

Na BVC pega-se uma pequena amostra da placenta em desenvolvimento, que contém tecido geneticamente idêntico ao do bebê.

A BVC é realizada através do abdome. O profissional  irá fazer uma varredura ao ultrassom para verificar as posições do bebê e da placenta dentro do útero, a pele na área escolhida para o procedimento será limpa, aplicado anestésico local e por fim, inserida a agulha que fará a biópsia da placenta.

Todo o procedimento é feito após a paciente assinar o termo de consentimento.

Como a Amniocentese é realizada?

Após avaliar posição do feto e placenta pelo ultrassom, uma fina agulha é inserida no abdome materno até o útero, evitando se possível a placenta. Uma pequena amostra do líquido amniótico é retirada usando uma seringa conectada à agulha. A agulha é retirada e o bebe é avaliado pós procedimento.O líquido amniótico contém células do bebe, que serão analisadas pelo laboratório.

Em algumas situações, não é possível coletar quantidade de líquido suficiente para análise. Caso isso aconteça, é necessário uma segunda punção.

Quais são os riscos de BVC e amniocentese?

Toda gravidez traz risco de aborto. Como a BVC e a amniocentese envolvem a colocação de uma agulha na parede do útero, existe um pequeno risco adicional de aborto devido a lesão ou infecção no útero. O risco geral adicional de aborto devido à amniocentese é de aproximadamente 1% (1 em 100). Em outras palavras, cerca de uma mulher em cada 100, que realiza uma amniocentese guiada por ultrassom após 15 semanas irá abortar.

O risco geral adicional de aborto da BVC é ​​de 1 a 2% (1 a 2 em 100). Em mãos experientes , esse risco é menor que 1%.Existe um pequeno risco ( menos de 1 em 1000 mulheres) de infecção grave, que pode ser causada pela agulha que perfura o intestino, por contaminação da pele ou se a agulha estiver contaminada pelo gel do ultrassom ou pela sonda. Esses riscos podem ser minimizados por procedimentos que segue rigorosamente o padrão.

Após o procedimentos podem ocorrer cólicas. Isso é normal e é seguro tomar paracetamol. Se houver algum sintoma incomum imediatamente após o teste, como tremores (como se estivesse com gripe), perda de líquidos, sangramento ou contrações, é necessário avaliação médica imediatamente.

Quando considerar a realização da BVC ou amniocentese?

  • Teve um rastreamento que acusou alto risco para a síndrome de Down;

  • Teve uma gravidez anterior afetada por um distúrbio genético ou o parceiro tem um ou mais parentes afetados por um distúrbio genético, o que significa que há um risco maior de ter um filho com um distúrbio genético, como fibrose cística, talassemia ou anemia falciforme;

  • Foi detectado em alguma ecografia alterações que aumentam o risco de cromossomopatias, como por exemplo, translucencia nucal aumentada, cardiopatias, osso nasal hipoplásico.

  • Quer ter certeza se o bebe tem alguma alteração genética ou não;

A idade materna por si só não é uma razão para realizar um dos dois testes.

A BVC e amniocentese é uma escolha da paciente, após as devidas orientações.

Outras informações

Se o grupo sanguíneo for Rh negativo, é necessário receber uma injeção de imunoglobulina anti-D após o procedimento para impedir o desenvolvimento de anticorpos contra as células sanguíneas do bebê.

Em pacientes HIV positivo, a BVC e amniocentese podem aumentar o risco de transmitir o HIV ao bebê. A terapia antirretroviral reduz significativamente o risco de contaminação do feto pelo vírus.As pacientes portadoras do vírus da hepatite B ou C também tem, em teoria,  maior risco de transmissão ao bebe após a BVC ou amniocentese.


Nossa Equipe

Dra. Marianna Amaral Pedroso

CRMMG: 54500 RQE Nº: 46068

Dra. Lilian Zardini

CRMMG: 45476 RQE Nº: 16674

Dra. Carolina Antunes Dias

CRMMG: 58881 RQE Nº: 38967

Entre em contato

Ligue ou envie uma mensagem:

31 98433-6304

Visite nossa clínica

Rua do Ouro, 1488, 2º andar.

CEP 30210-590 Belo Horizonte/MG

E-mail

contato@nestmedicinafetal.com

Desenvolvido com ♥ por Agência Wabi